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Qualquer porcaria. Mesmo.
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Quinta-feira, Julho 24, 2008
Sábado, Março 08, 2008
Eu sou doente e preciso de ajuda.
Preciso parar de comprar livros urgentemente. Preciso parar de pensar em comprar livros. Preciso parar de olhar para livros. Preciso parar de querer livros. Preciso ler os livros que já comprei. Preciso devolver os livros que peguei emprestado. Preciso terminar de ler livros que ainda não terminei. Preciso parar. Livros... Livro... Livr... Liv... Li... L... ...
Segunda-feira, Janeiro 28, 2008
Insônia, é claro.
Sei que vou ficar acordada até, no mínimo, seis horas. Mas hoje eu não durmo, tenho que fazer um monte de coisas. Mas ainda não chegou a hora. O lado legal de se ter um blog é que a gente pode usar de vez em quando pra falar qualquer tipo de merda. E olha, eu sou boa nisso. Sentada aqui, não tendo nada pra fazer (na verdade eu não estou afim de fazer nada), eu fico pensando em tudo quanto é tipo de coisa. Fico pensando em quando vou me alimentar direito, na hora que vou lá na cozinha fazer café, pra não acabar dormindo; que horas vou querer comer novamente...
Me pergunto se eu tenho câncer, ou algum tipo de tumor. Se algum dia eu vou cuidar dos meus problemas de coluna. Se eu vou ter tempo pra fazer isso...
E acho que eu posso falar de qualquer coisa, que nem de quando eu acordei e o porteiro me ligou dizendo que mais cedo estava vazando gás aqui em casa. Bom, por pouco eu não morri. E isso não me faz bem. A última vez que isso aconteceu, eu, junto com meu irmão e minha cunhada, demos um 360° básico na estrada a caminho de Lorena, onde eu ia fazer a minha inscrição pra Fuvest. Logicamente, fiquei com o cu na mão toda vez que fui viajar de novo, inclusive quando ia fazer as provas de vestibular. Hoje em dia sou um pouco mais tranquila em relação a carros, mas é claro que existem neuroses novas. Agora eu sempre vou checar pra ver se não está vazando gás aqui em casa, ou então vou acordar com medo de estar vazando já, porque não vou saber que medida tomar.
Eu tenho um pouco de medo de mim, às vezes. Ano passado, no fim do semestre (é lógico que deixei tudo pra última hora), eu resolvi me dedicar a tudo ao mesmo tempo, tinha trabalhos, textos e mais textos pra ler, coisas deram errado (sempre! sempre! sempre! nada sai como eu planejo), e eu acabei por ter que fazer um super trabalho de literários pra salvar minhas notas e talvez conseguir a habilitação de inglês. Resultado: comecei a virar um panda de olheiras enormes, me sentia mal frequentemente, vivi numa espécie de sinestesia muito louca por dias a fio, me sentia completamente ansiosa sempre, estressada até a morte, tive ataques de raiva contínuos, chorava... E no último dia de aula... Bom, era o último dia de aula! Adeus aulas de literários, eu passava MAL, estava completamente nervosa, não consegui revisar muito bem o meu trabalho, não tive bom senso na hora dos últimos retoques, me prometi que não choraria diante do meu professor, e é lógico que tudo deu errado. O gran finale foi uma crise meio fóbica dentro de sala de aula, na qual eu não conseguia me retirar da sala pra sofrer sozinha, com direito a choro na frente do professor, e uma espécie de pena vinda dele. Surreal. É claro que eu terminei de sofrer andando a esmo pela faculdade, depois enchendo a cara em casa. Depois disso fui tentar me recuperar em casa, onde meus pais festejaram por dias (fim de ano), eu li, tentei relaxar, e por fim, resolvi voltar pra estudar mais. Estou traçando meu caminho para ser uma grande workaholic no futuro.
Bem, hoje eu tento lidar com as minhas neuroses, tento separar o real do "maluco" e do "paranóico" e conseguir conciliar meu tempo. Tenho que cuidar da minha casa, dos meus estudos e de mim, principalmente. Quem sabe um dia eu não chego lá.
Sábado, Dezembro 15, 2007
Sempre odiei o McDonald's. Quando eu era menor, a gente sempre ia lá, e a minha mãe pedia o meu hamburguer sem aquelas merdas; sem picles, sem sei-lá-o-que, só sei que eu não gostava daquilo. E eles sempre erravam meu pedido. SEMPRE! E as longas esperas por um hamburguerzinho de nada. Não gosto deles.
No entanto, hoje acordei com vontade de tomar um milk shake. E como só tem um McDonald's aqui perto de casa (é do lado da entrada da usp, bem legal ¬¬), fui até lá. Chegando lá, já me senti meio irritada em meio àqueles bonecos, tantas coisas idiotas... Cheguei ao caixa. Disse que queriaa um milk shake. A atendente, com aquele sotaque irritante, a vozinha de mocinha, me olhou de lado e perguntou: "Você quer o SUPER ou o tradicional?" Confesso que me senti completamente idiota diante daquilo, e que achei a atendente uma retardada. Com certo embaraço, eu disse: "Eu quero o super...", tipo "Não acredito que estou dizendo isso... Eu quero um SUPER SHAKE"...
Daí ela arrumou o tal do super shake (até agora ainda não sei que porra é essa), e me deu. Agradeceu com toda a sua simpatia irritante, e eu finalmente saí daquele inferno colorido. Qual não foi a minha surpresa ao tomar o milk shake, QUE NÃO TINHA GOSTO ALGUM! Paguei cinco reais naquela merda sem gosto, eu ficava tentando pegar a calda pra ver se vinha algum gosto pelo menos, e nada. É definitivo. Não volto mais lá.
De fato os milk shakes do Bob's são muito melhores. Eles tem gosto, ao menos. O Bob's às vezes dá umas falhas, já cansei de ver cabelo e coisas estranhas nas comidas, e certo dia, comprei um milk shake de ovomaltine, e o copo quebrou. Eu estava no meio de uma loja, e quando fui ver estava sujando o chão inteiro. E a minha roupa. Foi bem interessante, porque quando voltei à loja para reclamar, uma mulher muito irritada simplesmente colocou outro copo embaixo do meu, como se dissesse: "Você quebrou a porra do copo né?". Depois dessa, acho que prefiro fazer milk shake em casa mesmo. Mais barato, tem mais gosto, e ninguém me torra o saco.
Segunda-feira, Setembro 24, 2007
meus amigos, o que não é rolar uma barra de janela, não é mesmo?
descobri que quando a minha sessão expira, embaixo da página tem o meu post pra que eu copie e publique, ou seja, eu não perco os posts. mas só descobri agora, rolando a porra da barra...
Quinta-feira, Agosto 30, 2007
lembrando de histórias velhas pra contar...
certo dia já ia eu de novo pra barra mansa, não dormi... saí de casa às 5. por incrível que pareça, rua deserta. eu esperava mais de são paulo, mas tudo bem. peguei meu ônibus que faz mil voltas e retornos pra chegar na consolação 3 horas depois (claro que tou exagerando), desci na paulista, peguei metrô, cheguei na rodoviária já indo comprar a passagem.
Eu - Barra Mansa, 7 horas.
Atendente - Pode escolher sua poltrona. Quer janela?
- Sim.
- Tem a 23, serve?
- Ah, pode ser a 40.
- A 40 é corredor.
- AH, TANTO FAZ
q
como assim? eu não sei o que me deu naquele momento. como assim tanto faz? eu gosto de ir na janela, e não no corredor... e não gosto de viajar com pessoa do meu lado, só se não tiver como mesmo... mas o que me tomou naquele momento eu nunca vou saber...
Terça-feira, Agosto 28, 2007
"Meu sono é um verso decassílabo"
(contém cesura na sexta sílaba poética)
ou algo do tipo.
a maior nerdice que já me ocorreu, com certeza.
dormia eu lá minhas 10 horas por dia, e comecei a notar que acordava sempre no meio do sono, umas 5, 6 horas depois... eu acordava, olhava a hora e simplesmente voltava a dormir. um dia eu pensei "essa é a cesura do meu sono", e voltei a dormir de novo. quando eu acordei, pensei "caralho, cesura do meu sono?? essa foi horrível". e é isso que dá estudar pra literários... não é que eu tenha estudado tanto assim, mas é uma aula que se aplica na minha vida. tá, foi nerd pra caralho isso. pqp.
aliás, acho que hoje nem teve cesura. seria o fim?
acordei com alguma banda tocando beatles aqui perto, não gosto de ser acordada, mas até que foi legal. se sempre que me acordassem fosse com beatles, talvez as coisas fossem diferentes...
Quarta-feira, Agosto 22, 2007
Putz, hoje eu tava pensando... comprei uma água mineral sábado e tals, 1,5 litros... daí só hoje (agora) terminei de beber. Ora, em casa (Barra Mansa) eu bebia muito mais de água por dia... Se você fizer as contas, dá menos de 500ml (sim, eu não ia fazer essa conta, faz você e me diz) por dia... isso é muito pouco... Tudo bem que eu bebo refrigerante e leite, mas água é água né? Muito estranho isso... Acho que comecei a aprender o valor do dinheiro e me tornei pobre de carteirinha. Já me disseram que tenho espírito de pobre, mas essa foi o cúmulo, me privar de água. Aonde será que eu vou parar...?